<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1155194813307181179</id><updated>2011-11-27T15:17:59.331-08:00</updated><title type='text'>Douglas Cristian de Lima Silva</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1155194813307181179/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Douglas Cristian de Lima Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13476047327257868456</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1155194813307181179.post-3543774106461092554</id><published>2009-07-02T04:51:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T04:52:52.996-07:00</updated><title type='text'>Resenha sobre o Capítulo XX e XXI do Livro Princípios</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt; Capítulo XX &lt;br /&gt;   Valor e Riqueza – Suas Qualidades Específicas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Ricardo neste  capítulo se posiciona diante das teorias de valor e riqueza de Say e Smith, pois as mesmas possuíam grande influência no pensamento econômico da época. &lt;br /&gt; Inicialmente, neste capítulo Ricardo trabalha a diferença essencial entre riqueza e valor. Pois riqueza não depende da abundância e sim da facilidade ou dificuldade da produção. Logo, não é apenas a necessidade que quantifica a questão do valor segundo ele, mas quanto mais complexa e elaborada for a produção de determinado bem, maior será o seu valor. Cita como exemplo a questão sobre o que vale mais se é 1 libra de ouro ou 1 libra de ferro. E responde que é ouro, por causa da sua raridade, porém em termos de valor de uso, teoricamente, o ferro é muito mais útil.  &lt;br /&gt; Valor para Ricardo, não depende da quantidade de trabalho empregado mas sim das condições para produção. Segundo ele “tudo aumenta ou diminui de valor em proporção à facilidade ou dificuldade de sua produção”.&lt;br /&gt; Smith diz “que um indivíduo é rico ou pobre de acordo com a quantidade de trabalho que ele pode adquirir”, mas para Ricardo, Smith está errando ao dizer isso, um exemplo que ele usa para explicar é o da mina, se em uma mina se tornar mais fácil a produção, o valor do ouro e da prata se diminuirá. Ou seja, quanto mais otimizada for a produção de um determinado bem, menor se tornará o seu valor. Pois faltam medidas invariáveis para chegar plenamente a essa noção de valor.&lt;br /&gt; A riqueza de um país pode ser aumentada de duas maneiras, primeiramente através da utilização de uma maior parte dos rendimentos na manufatura do trabalho produtivo, com que o mesmo retorne ao ciclo de produção. &lt;br /&gt; Quanto menores forem os gastos com itens de luxo, e maiores forem os investimentos do país em seus meios produtivos, maior tende a ser a riqueza que o mesmo acumula.  &lt;br /&gt; Este reinvestimento proposto por Ricardo melhora as condições de produção, diminui custos, pois diminui a necessidade de novos investimentos de forma maciça e melhora a produtividade.&lt;br /&gt; Embora Ricardo não cite países que assim fazem em sua época, é interessante notar que nações como Portugal que possuiam grandes reservas de ouro e itens de altíssimo valor comercial, permaneceram à margem do desenvolvimento, pois não reinvestiram os rendimentos com a venda de itens primários na produção de mais riqueza e sim compravam itens de luxo para sua ostentação presente e destruição econômica futura. &lt;br /&gt; Por essa razão Ricardo defende o uso de maquinas e o pleno uso de meios naturais que auxiliem o homem na produção de bens. Pois as máquinas têm a capacidade de produzir mais mercadorias com custo menor na produção. Os meios naturais podem produzir então ainda mais pois eles estão a disposição do homem, sem custo de manutenção.&lt;br /&gt; O pensamento ricardiano exposto no capítulo em questão é complexo e denso, porém atual e segue uma lógica que torna historicamente compreensível, por que há países tão mais ricos que outros.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Capítulo XXI&lt;br /&gt;   Efeitos da Acumulação sobre lucro e juros &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Neste texto Ricardo permanece em diálogo com Smith, agora questionando o que poderia se tornar fator preponderante na queda das taxas de lucro. Segundo ele o que leva a queda dos lucros é o aumento com o capital fixo, ou seja, o aumento dos salários dos trabalhadores.&lt;br /&gt; Este aumento de salário pode ser perigoso aos lucros se houver um aumento considerável no consumo de itens de primeira necessidade acima da capacidade produtiva do país.&lt;br /&gt; Ricardo combate a idéia da “mão invisível do mercado”, que se manifesta com o aumento da concorrência, demonstrando que ao produzir, o individuo visa o consumo de outro produto, a fim de contribuir para sua produção futura: os produtos sempre são comprados com outros produtos ou com serviços, assim estimulando reciprocamente a economia, o dinheiro para Ricardo apenas era um facilitador entre trocas.&lt;br /&gt; Para Ricardo não há limites para o capital, tanto para sua, oferta como para sua demanda. O dono do capital pode flutuar de um negócio a outro, buscando o a manutenção dos índices de lucratividade. Nessa flutuação o capitalista pode manter a classe trabalhadora, pois a oferta de trabalhadores é diretamente proporcional aos meios de subsistência.&lt;br /&gt; Sobre a taxa de juros, Ricardo vê como um bom critério para estimar a evolução dos lucros. Sempre que o valor e a quantidade de dinheiro sofrem flutuações, o fluxo de comercialização do dinheiro também é alterado, de acordo com a necessidade do governo ou dos cidadãos, afetando as taxas de juros e consumo das mercadorias, podendo elas ser estocadas a fim de não se baixar os preços para venda, ou haver aumento de produção para atender a nova demanda.  &lt;br /&gt;A visão ricardiana sobre lucro é bastante atual e reflete o desenvolvimento do capitalismo moderno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1155194813307181179-3543774106461092554?l=douglascristiandelimasilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/feeds/3543774106461092554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1155194813307181179&amp;postID=3543774106461092554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1155194813307181179/posts/default/3543774106461092554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1155194813307181179/posts/default/3543774106461092554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/2009/07/resenha-sobre-o-capitulo-xx-e-xxi-do.html' title='Resenha sobre o Capítulo XX e XXI do Livro Princípios'/><author><name>Douglas Cristian de Lima Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13476047327257868456</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1155194813307181179.post-2903295373633490889</id><published>2009-06-22T08:59:00.000-07:00</published><updated>2009-06-22T09:02:51.585-07:00</updated><title type='text'>Karl Marx e A relação da propriedade privada</title><content type='html'>Neste texto Marx trabalha com a questão do trabalho como algo que mantêm o homem como necessário. Sua função ante o capital é de apenas vender sua força, essa força explica sua existência e sua condição de reprodução. Essa existência será objetivada através do salário que o trabalhador recebe pela venda de sua força de trabalho e que mantêm sua perpetuidade.&lt;br /&gt; O homem possui uma relação direta com o capital. É ele quem sustenta o capital com a venda de sua força de trabalho e o capital o sustenta com o salário da venda de sua força de trabalho. Segundo Marx, “ O trabalhador produz o capital; o capital produz o trabalhador”.&lt;br /&gt; O trabalhador se reproduz, como mercadoria a um movimento total, que ao final ele estará totalmente alienado.&lt;br /&gt; O capital existe através do trabalhador, porém sua existência somente é possível onde haja capital, pois o trabalhador não possui a força de trabalho para si. Mas produz a mesma para a existência do capital. Sem capital não há força de trabalho. pois o trabalho torna-se desnecessário ao seu comprador, que no caso é o capitalista.&lt;br /&gt; Para o capitalista o trabalhador somente precisa de manutenção, nada além de se manter como tal. Tal qual uma raça de animais que a partir do instante que perdem sua utilidade são substituídos por outros, ou simplesmente destruídos.&lt;br /&gt; Essa relação homem-mercadoria, retira do homem sua humanidade, esta retirada de humanidade, leva o indivíduo à perca de valores, racionalidade e deforma por completo sua consciência. Entregando-o ao nada que significa sua existência.&lt;br /&gt; Este nada que ele se encontra se reproduz enquanto o trabalhador for apenas capital ativo e possuir em si mesmo o capital necessário. Ou seja, o trabalhador não significa nada para o capitalista. Possui em si a desgraça de não possuir nada além de si como trabalho em essência, sendo sua existência pretérita à esta essência.&lt;br /&gt; Segundo Marx, “ Trabalho decompõe-se em si e no salário. O trabalhador mesmo [como sendo] um capital, uma mercandoria.”, Marx ainda denomina isto como uma “oposição recíproca hostil”. Pois apesar do capitalista julgar-se no lucro e o trabalhador julgar-se como merecedor de suas partes, eles são ilúdidos pelo fetiche que o capital produz em si mesmo.&lt;br /&gt; Tanto trabalhador como capitalista andam em direção ao nada, pois se desumanizam nesta relação antagonicamente incoerente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1155194813307181179-2903295373633490889?l=douglascristiandelimasilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/feeds/2903295373633490889/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1155194813307181179&amp;postID=2903295373633490889' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' 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Giddens</title><content type='html'>Giddens desenvolve um raciocínio bastante pessimista ante a modernidade. Este novo modo de vida, &lt;br /&gt;que surgiu na Europa durante o século XVII e se tornou aos poucos mundial, roubou do indivíduo a &lt;br /&gt;sua individualidade, deixou o homem imerso em um enorme vazio, onde ele está plenamente &lt;br /&gt;desorientado.&lt;br /&gt;O homem moderno não foi preparado para mudanças tão radicais em seus valores, convicções e &lt;br /&gt;percepções da vida. Ele não consegue mais se objetivar em seu trabalho e nem consegue lidar com &lt;br /&gt;máquinas que o imitam e o substituem. &lt;br /&gt;Nesta angústia o homem começa a perder sua humanidade.&lt;br /&gt;Para explicar este movimento em direção ao nada, Giddens utiliza uma visão histórico­dialética para &lt;br /&gt;analisar a sociedade em questão. Esta visão dialética é a responsável pela dinâmica histórica que a &lt;br /&gt;modernidade conduz o homem.&lt;br /&gt;Segundo ele há um desencaixe espaço­tempo na sociedade moderna.&lt;br /&gt;  O homem pré­moderno, possuia um contato maior com a natureza e com sua vila. Este &lt;br /&gt;contato lhe proporcionava uma ambientação diferente ante ao tempo que era medido pela sua &lt;br /&gt;percepção natural.&lt;br /&gt; O que não acontece na modernidade. O homem moderno utiliza o relógio, algo que em nada &lt;br /&gt;se assemelha com a natureza para estabelecer suas noções temporais.&lt;br /&gt;A modernidade também mudou a forma do homem se relacionar com os espaços, sua visão &lt;br /&gt;de mundo era limitada o que lhe trazia a um contato maior com o seu próximo.&lt;br /&gt;Com isso, Giddens faz uma análise da visão de pensadores do século XIX, buscando &lt;br /&gt;acrescentá­los a forma de entender o processo de modernização. Marx enxergava todo processo de &lt;br /&gt;modernidade como um processo dialético que com a queda do modo de produção capitalista se &lt;br /&gt;extinguiria para o surgimento de um modo de produção mais preocupado com o ser humano.&lt;br /&gt;Durkheim enxergava na industrialização a possibilidade de uma existência mais harmoniosa onde os &lt;br /&gt;valores individuais e a divisão do trabalho possibilitariam ao homem maior capacidade de &lt;br /&gt;desenvolvimento como tal. Weber via com pessimismo este novo mundo moderno, pois ele se &lt;br /&gt;controi na degeneração da criatividade e na perda da autonomia dos individuos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1155194813307181179-1096701215787825264?l=douglascristiandelimasilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/feeds/1096701215787825264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1155194813307181179&amp;postID=1096701215787825264' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1155194813307181179/posts/default/1096701215787825264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1155194813307181179/posts/default/1096701215787825264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/2009/06/as-consequencias-da-modernidade-segundo.html' title='As consequencias da modernidade segundo Giddens'/><author><name>Douglas Cristian de Lima Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13476047327257868456</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1155194813307181179.post-4077844088534231392</id><published>2009-04-03T09:15:00.000-07:00</published><updated>2009-04-03T09:17:45.951-07:00</updated><title type='text'>Sociologia:  Alguns comentários</title><content type='html'>&lt;strong&gt; De onde vem a sociologia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O século XVIII foi um século de profundas transformações na estrutura da sociedade européia. Estas transformações modificaram todo um cenário de uma relativa estabilidade (característico das sociedades pré-capitalistas) vivida até então e colocaram. Estas mudanças colocaram o homem europeu no centro de um verdadeiro furacão histórico.&lt;br /&gt;   Neste ambiente conturbado, o homem se vê em meio a duas revoluções, a francesa, com a vitória da burguesia sob a nobreza e a industrial que retirou o homem do campo e o levou à cidade, acabou com o ofício do artesão, transformando-o em empregado fabril.&lt;br /&gt;   A sociedade então é vista como um problema a ser resolvido e para solucionar as variáveis desta equação surge o pensamento sociológico,&lt;br /&gt;   Diferentemente de outras ciências, a sociologia não é criação de um homem, nem de uma escola de pensamento localizada em uma nação, tampouco possui data de nascimento, mas sim, surge da junção de um contexto social completamente novo e desafiador que incluiu o homem em um imenso vazio cercado pelas incertezas.&lt;br /&gt;   Conclui-se que a sociologia é a ciência que insere o homem na sociedade e a sociedade no homem. Complexa para uns, estimulante para outros, a sociologia é a ciência que vem tentando salvar o homem de seu vazio social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         &lt;strong&gt;Imaginação Sociológica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        Segundo C. Wright Mills, a imaginação sociológica é uma qualidade de espírito que permite ao homem enxergar além de suas possibilidades pessoais imediatas. Ou seja, lhe permite ir além de suas impressões imediatas e corriqueiras. &lt;br /&gt;   Isto permitiria ao homem a condição de entender-se em seu meio social e se libertar de tudo que lhe prende, fazendo-o compreender as razoes que lhe imputaram sua atual condição.&lt;br /&gt;   A imaginação sociológica é a chave para a compreensão dos contrastes da sociedade, do valor simbólico dos menores atos e da compreensão das diversas formas de organização social.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1155194813307181179-4077844088534231392?l=douglascristiandelimasilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/feeds/4077844088534231392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1155194813307181179&amp;postID=4077844088534231392' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1155194813307181179/posts/default/4077844088534231392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1155194813307181179/posts/default/4077844088534231392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/2009/04/sociologia-alguns-comentarios.html' title='Sociologia:  Alguns comentários'/><author><name>Douglas Cristian de Lima Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13476047327257868456</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1155194813307181179.post-3209671219367402798</id><published>2008-09-09T13:22:00.000-07:00</published><updated>2008-09-09T13:23:55.966-07:00</updated><title type='text'>Conheça as Obras</title><content type='html'>Conheça as poesias, crônicas e ensaios de minha autoria&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1155194813307181179-3209671219367402798?l=douglascristiandelimasilva.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/feeds/3209671219367402798/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1155194813307181179&amp;postID=3209671219367402798' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1155194813307181179/posts/default/3209671219367402798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1155194813307181179/posts/default/3209671219367402798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://douglascristiandelimasilva.blogspot.com/2008/09/conhea-as-obras.html' title='Conheça as Obras'/><author><name>Douglas Cristian de Lima Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13476047327257868456</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
